PAULO PAIN
 
Como Deputado Federal, e hoje Senador

É um grande trabalhador das questões afro-brasileira. Segundo o renomado e singular historiador das lutas do povo negro, no Brasil, Décio Freitas, “o nome da mulher de “Zumbi dos Palmares” e mãe de seus filhos era “Maria Pain”.
Com esta revelação histórica, assim como nós, qualquer um sentiria um grande orgulho e profunda emoção ao tentar tecer um vigoroso perfil político do Deputado Federal, hoje, Senador Paulo Pain.
Este legítimo herdeiro de “Zumbi” é natural de Caxias do Sul – RS., onde nasceu em 15 de março de 1950, filho de um metalúrgico e de uma modesta, mas respeitável dona de casa. A vida fecunda e movimentada de Paulo Pain manifestou-lhe, ainda muito cedo, que lhe estava reservado um brilhante futuro, que o haveria de levar ao desempenho de importantes atividades de cunho social e popular no cenário político da Nação Brasileira.
Formando-se no Senai, em sua Cidade Natal, este político que recebeu nota 10 do DIAP – Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar – sempre exerceu funções de liderança, seja como Presidente da Cipa, junto aos trabalhadores do grupo Tramontina; Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas; do Centro Estadual de Trabalhadores do Rio Grande do Sul; secretário da Central Única dos Trabalhadores de seu Estado em 1982, etc...
Este acúmulo de atividades, somando-se à confiança que soube granjear junto aos trabalhadores de sua Cidade e de seu Estado, fez com que Paulo Pain fosse eleito para várias legislaturas, numa delas, com a espantosa votação de 138.558 votos, em 1994, tornando-se o Deputado Federal mais votado dos três Estados do Sul do País.
Isso e outros motivos o levam a ser agraciado com o título de “Cidadão Canoense”, seguindo-se outras inúmeras honrarias e condecorações de grande valor, provando a estima, o carinho e o reconhecimento com que os seus concidadãos demonstram ao ilustre e combativo parlamentar de Caxias do Sul.
Entre as paixões cívicas que nutre o espírito de lutas patrióticas do Deputado, hoje, Senador Paulo Pain, destacam-se a paixão para com os trabalhadores e a paixão para os descendentes de africanos; aqueles, Paulo Pain os defende no Parlamento, propondo uma Previdência Pública justa e atuante, uma aposentadoria digna e decente aos idosos, um salário mínimo justo, criação de cursos noturnos nas Universidades Federais, participação dos trabalhadores nos lucros das empresas; e a estes, homenageando os 300 anos da imortalidade de “Zumbi dos Palmares”, outorgando à ex-escrava Maria do Carmo Gerônimo a Ordem Congresso Nacional como a mulher mais velha do mundo, com os seus 126 anos de idade; indo à África em apoio a Nelson Mandela em sua luta contra o “apartheid”; reconhecendo o “20 de Novembro” como o Dia Nacional da Consciência Negra no Brasil, com apresentação de lei que garanta a reparação aos descendentes de escravos.
Provando de forma terminante, que a sua ação de combate à pobreza, ao racismo e às injustiças sociais fazem parte do cotidiano das suas atividades políticas, Paulo Pain percorre vários países, como o Japão, a África do Sul, Nicarágua, Cuba, Estados Unidos, Espanha, França, Panamá, Uruguai, Suíça, Holanda, Argentina, Costa Rica no firme propósito de universalizar suas idéias e propostas, que se tornam cada vez mais exeqüíveis e consensuais, uma vez que estas se enriquecem nessa troca de experiências que buscam atacar as causas e não apenas os efeitos dos males sociais que infelicitam os povos da era moderna.
Com certeza, que o Senador Paulo Pain, em breve, será procurado por seus partidários e nós africanistas do Estado do Rio Grande do Sul, para cooperar na regulamentação, e na criação de uma Federação Religiosa Afro-Brasileira, a princípio de nível Estadual, interligada a Secretaria de Cultura do Estado-RS. e futuramente uma Confederação Nacional, da Religião de Origem Primitiva Africana, e juntando-nos à todos os “Movimentos Negros do Estado-RS. e do Brasil”. Com o grande objetivo de resgatarmos a etnografia “Negra” no Brasil.

VOLTAR